Performance Sensorial - a única peça que você não vê, sente!
A grande contribuição é a criação imaginária em que o personagem principal é o publico, um teatro às escuras, em que o indivíduo é tratado de forma única. É o espetáculo do indivíduo.
"A única peça que você não vê com os olhos!", afirma Suzana Jardim, produtora do fanzine cultural PNOB.
Quando surgiu o GRUPO SENSUS?
O GRUPO SENSUS surgiu a partir da Performance Bestiário feita no Centro Cultural Banco do Brasil o ano passado, em 06 de julho de 2005, no Projeto Literatura Além do Papel concebido por Carlos Faraco e Marcela Carvalho. Mas o GRUPO SENSUS começou a existir oficialmente este ano, quando em janeiro de 2006 fizemos novamente na Casa das Rosas e resolvemos dar continuidade com o nome de Performance Sensorial.
O GRUPO SENSUS surgiu a partir da Performance Bestiário feita no Centro Cultural Banco do Brasil o ano passado, em 06 de julho de 2005, no Projeto Literatura Além do Papel concebido por Carlos Faraco e Marcela Carvalho. Mas o GRUPO SENSUS começou a existir oficialmente este ano, quando em janeiro de 2006 fizemos novamente na Casa das Rosas e resolvemos dar continuidade com o nome de Performance Sensorial.
Qual a proposta principal do GRUPO SENSUS?
A proposta inicial era despertar a vontade do público para a leitura e o interesse pela literatura do nosso continente. O projeto foi crescendo e sendo minuciosamente estudado, o que era para ser apenas um prazer literário passou a ser também social. Pretendemos inserir os deficientes visuais no teatro às escuras, justamente porque a visão não é o principal foco e sim, todos os sentidos. Promovemos a inter-relação humana, o contato entre ator e público é invasivo, pedimos permissão para que possamos envolvê-los e mostrar o nosso trabalho. É um sentir mais profundo da respiração, dos cheiros, do tato, do paladar. O imaginário é acionado pelos sons e todos os outros sentidos se fundem e ficam mais aguçados, cada um terá uma "visão" única da apresentação.
Como surgiu a idéia?
A atriz e diretora Thereza Piffer havia sido convidada para o Projeto Literatura Além do Papel, do Centro Cultural Banco do Brasil para fazer uma Performance com os textos de Jorge Luis Borges, Julio Cortazar e Eduardo Galeano. Resolveu então chamar outros atores para fazer algo diferente: vendar os olhos do público e trabalhar com os sentidos. Neste momento, testamos proximidade, o que seria agradável, desagradável, como deveríamos tocar para não assustar as pessoas que ficam muito mais vulneráveis quando desprovidas de sua visão. Testamos as possibilidades e deu certo. Assim nasceu a Performance Sensorial.
Por que vendar o público?
Jorge Luis Borges foi perdendo a visão no decorrer de sua vida. Então por que não juntar vida e obra? Mas é claro que esse não é único motivo.
Qual a sua função social?
Inserção do deficiente visual, despertar o interesse pela literatura, fazer com que o público esteja mais receptivo e aberto para o contato social e seus próprios sentidos, promover um estado de relaxamento e de anti-stress.
Como funciona?
20 pessoas entram de uma só vez, sentam-se e a partir daí é pedido para que possamos proporcionar "um carinho literário". Pedimos para que o público coloque as vendas. Textos, so ns, objetos, ritmo são fornecidos para que consigam acessar o imaginário o seu imaginário. O universo acessado pelo seu imaginário é único e intransferível. No final, tiram as vendas. Todos estão mais leves e relaxados, curiosos pela literatura de Borges, Cortazar e Galeano. Não é um teatro convencional. Não tem começo, nem meio, nem fim. Tudo acontece de forma alinear.
A proposta inicial era despertar a vontade do público para a leitura e o interesse pela literatura do nosso continente. O projeto foi crescendo e sendo minuciosamente estudado, o que era para ser apenas um prazer literário passou a ser também social. Pretendemos inserir os deficientes visuais no teatro às escuras, justamente porque a visão não é o principal foco e sim, todos os sentidos. Promovemos a inter-relação humana, o contato entre ator e público é invasivo, pedimos permissão para que possamos envolvê-los e mostrar o nosso trabalho. É um sentir mais profundo da respiração, dos cheiros, do tato, do paladar. O imaginário é acionado pelos sons e todos os outros sentidos se fundem e ficam mais aguçados, cada um terá uma "visão" única da apresentação.
Como surgiu a idéia?
A atriz e diretora Thereza Piffer havia sido convidada para o Projeto Literatura Além do Papel, do Centro Cultural Banco do Brasil para fazer uma Performance com os textos de Jorge Luis Borges, Julio Cortazar e Eduardo Galeano. Resolveu então chamar outros atores para fazer algo diferente: vendar os olhos do público e trabalhar com os sentidos. Neste momento, testamos proximidade, o que seria agradável, desagradável, como deveríamos tocar para não assustar as pessoas que ficam muito mais vulneráveis quando desprovidas de sua visão. Testamos as possibilidades e deu certo. Assim nasceu a Performance Sensorial.
Por que vendar o público?
Jorge Luis Borges foi perdendo a visão no decorrer de sua vida. Então por que não juntar vida e obra? Mas é claro que esse não é único motivo.
Qual a sua função social?
Inserção do deficiente visual, despertar o interesse pela literatura, fazer com que o público esteja mais receptivo e aberto para o contato social e seus próprios sentidos, promover um estado de relaxamento e de anti-stress.
Como funciona?
20 pessoas entram de uma só vez, sentam-se e a partir daí é pedido para que possamos proporcionar "um carinho literário". Pedimos para que o público coloque as vendas. Textos, so ns, objetos, ritmo são fornecidos para que consigam acessar o imaginário o seu imaginário. O universo acessado pelo seu imaginário é único e intransferível. No final, tiram as vendas. Todos estão mais leves e relaxados, curiosos pela literatura de Borges, Cortazar e Galeano. Não é um teatro convencional. Não tem começo, nem meio, nem fim. Tudo acontece de forma alinear.
GRUPO SENSUS apresenta Performance Sensorial
A partir de textos dos grandes escritores latino-americanos Jorge Luis Borges, Julio Cortázar e Eduardo Galeano, 10 atores manipulam objetos, sons e ensações propondo o uso da imaginação pelos espectadores, que ficam com os olhos vendados durante toda a apresentação. Através da estimulação dos sentidos da audição, olfato, tato e paladar, a performance procura despertar a magia da leitura integral dos clássicos do nosso continente.
Direção:

Thereza Piffer.
Elenco: GRUPO SENSUS
Local: Casa das Rosas - Av Paulista, 37
Sábados às 21h e Domingos às 20 e 21h.
Assessoria: